Milícia paramilitar foi que matou


Lúcio Flávio Pinto

Logo depois do assassinato do cabo PM Antonio Marco da Silva Figueiredo, na noite do dia 4 para o dia 5, as patrulhas fixas da Polícia Militar abandonaram discretamente os seus pontos de vigilância em alguns dos bairros considerados mais violentos de Belém, como a Terra Firme, o Guamá e o Jurunas. Não estavam onde deviam estar quando começou a onda de execuções, ao final das quais 10 pessoas foram mortas, em curto espaço de tempo de algumas horas, em represália pela execução do cabo.

Esse é uma das mais importantes pistas do grupo de trabalho instituído pelo governo, formado por órgãos de segurança do Estado, com a participação do Ministério Público. Só quem tivesse voz de comando podia mandar evacuar as “patrulinhas” da PM para que elas não testemunhassem o que ia acontecer: a maior matança deliberada de uma só vez na capital paraense.

Os assassinos não apenas tinham…

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