Um escândalo, sim!


Lúcio Flávio Pinto

Sempre gostei do cidadão Simão Jatene. Desde o início das nossas relações, quando pertencíamos a grupos de interesse cultural na Belém na segunda metade dos anos 1960. Atuamos juntos, por exemplo, na implantação do Cinema de Arte do Olímpia. Só fui me lembrar disso quando vi uma notícia a respeito no já extinto jornal A Província do Pará, que nos citava como fontes de consulta para quem quisesse aderir à iniciativa. Reproduzi a referência numa das edições da Memória do Cotidiano do Jornal Pessoal.

Por essa época, antes das nossas diásporas, Jatene era do segmento musical, formando par afinado com Eliana, um dos pares da música local, como Avelino e Lulucha. Eu derivava mais para a literatura. Mas tínhamos pontos de contato no cinema. Depois seguimos distintas carreiras profissionais e montamos diferentes círculos de vida. Mas era com alegria que o reencontrava, recomposto com suas origens, atenciosos um com…

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