O Natal dos desvalidos e favelados de Belém


Com 12 das 50 maiores favelas do Brasil, segundo o IBGE, a capital Belém e região abriga bolsões de miséria, de gente sem as mínimas condições de viver em lugares sem água tratada, energia, saneamento e educação. A pergunta que fica é: o que a classe política (a elite?) faz para reduzir esse cenário trágico?

 

A verdade é que boa parte dessa população sobrevive a margem do desenvolvimento, pois não são da classe C (nova classe media), mas é com o voto dos desvalidos e favelados de Belém que uma grande parcela dos políticos se elege, e acabar com a pobreza desse povo significa acabar com uma fonte quase que inesgotável de votos. Votos de pobre que sustentam a pobreza. O que fazer então?

 

O povo pode e deve se revoltar, fazer manifestações e exigir a saída dos políticos que roubam (como os que roubaram verba publica da ALEPA) e enganam a população.

 

 

A melhor forma de manter a população favelada é dando presentes de natal baratos para as crianças e distribuir policiais corruptos pelas ruas da periferia, pois só assim os ricos estarão protegidos da horda. Por isso que é preciso reclamar, protestar e deixar bem claro que se não houver mudança do jeito “democrático”, a mudança deve ser feita usando a força.

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