Belo Monte: o “belo” monstro venceu


Finalmente o Governo Federal conseguiu burlar suas próprias leis e aprovar o inicio das obras da Usina de Belo Monte, que deve barrar o curso original do rio Xingu, afetando povos indígenas, principalmente os Arara da Volta Grande do Xingu. Além do impacto ambiental, a obra deve gerar um grande passivo social, assim como aconteceu em Tucuruí (PA).

 

Na prática a operação da Usina de Belo Monte não produzirá tanta energia assim (apenas 4.419 MW dos 11.233 MW iniciais), mas deve beneficiar grandes construtoras como a Camargo Corrêa, que da década de 70 até hoje ainda tem canteiro de obras na Usina de Tucuruí, consequentemente muitos políticos devem se beneficiar dessa importante fatia do PIB brasileiro (leia-se Edison Lobão, Clã dos Sarneys e companhia).

 

 

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