Belém: Renais crônicos sem diálise por conta da “burrocracia”


Isso mesmo, os doentes renais que tentam fazer hemodiálise nos hospitais públicos de Belém (nos PSMs e hospitais de referência) estão voltando para casa, sujeitos ao agravamento da doença e possivelmente óbito. A inoperância do serviço público já vitimou Cecília Soares de Lima (31) Raimunda Carvalho dos Santos (85 anos), Raimunda Ribeiro (67 anos) e Antônia Borges (42 anos). Quantas pessoas ainda vão ter que morrer para finalmente desencaixotarem as máquinas de diálise, que estão se deteriorando no PSM da 14 de Março? Nesse caso, a burocracia e a “burrocracia” impedem que  essas máquinas entrem em funcionamento, já que é preciso licitar os serviços de instalação das mesmas.

 

A previsão de operação das máquinas é o fim do mês de março, depois do carnaval, provavelmente muitos doentes (128 para ser exato) irão ter o quadro agravado, enquanto as máquinas  que poderiam salvar vidas estão em caixas.

 

 

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