Belém: bebendo água suja e pagando caro


É lamentável e estarrecedora a situação do aterro sanitário do Aurá (lixão do Aurá), onde dejetos sólidos são despejados ao ar livre, contaminando o solo e o rio Aurá (braço do rio Guamá) e consequentemente o rio Guamá.

A água que a população de Belém bebe é oriunda dos Lagos água preta e bolonha, que recebe água diretamente do rio Guamá, o mesmo rio que recebe os dejetos. Resumindo: estamos bebendo água suja!

Quando a água não existe (apesar de estarmos na região onde há maior quantidade água potável do mundo, muitos não tem acesso nem a água suja!), ela chega imprópria para consumo. Quem tem condições de comprar água mineral (que não é mineral e bastante ácida, segundo a UFPA), tem que se virar com a água suja da Cosanpa e correr o risco de adquirir uma doença.

 

Fonte: Diário do Pará

Falta vontade política e empenho da sociedade para cobrar dos governantes (Governo do Pará, prefeitura de Belém e de Ananindeua) ações concretas para acabar com esse crime ambiental vergonhoso.

“A água pode ser suja e até pode faltar, mas a conta todo santo mês irá chegar…” (Até rimou)

 

PS.: O jornal SBT Pará fez uma reportagem corajosa hoje (2/3/11) sobre essa situação, com a participação importante do prof. Dr. Milton Matta (UFPA).

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