A imprensa Marrom no Pará


Ética e respeito são palavras pouco usadas por parte da imprensa paraense, a exemplo disso temos o caderno “Diário Polícia” do Jornal Diário do Pará pertencente ao político Jarder Barbalho que at é bem pouco tempo atrás publicava fotos de corpos destroçados ou em estado de putrefação, corpos perfurados por balas ou cabeças esmagadas por pedras. Imagens horrendas eram publicadas diariamente provocando as mais variadas reações.

O fato é que o motivo pelo qual a vendagem do jornal e de seu  “caderno” é impulsionado por tais cenas, consumidas em sua maioria pela população de baixa renda que geralmente mora nos locais onde as fotos e matérias são coletadas. O seguimento “imprensa marrom” é tão forte que existem 3 programas na própria RBA (pertencente ao mesmo dono do jornal “Diário” ) que tem como principal mote mostrar “as ondas”, os linchamentos, as ações políciais, as opiniões da população que defende a pena de morte, a insalubridade das cadeias, que tornam o detento pior do que antes. Assim age a imprensa marrom paraense, chega ao ponto de criar e propagar o que não existe, como a presença de uma facção do PCC em pleno bairro da Terra Firme, sem falar nas milícias também criadas nas páginas do mesmo jornal e que de fato nunca existiram.

O certo é que a imprensa cria o que não existe e a população acredita e a inverdade se torna real. A criminalidade cresce porquê o Estado  não consegue acabar com o tráfico e  também  por conta de interesses particulares. Durante muito tempo bandidos e policiais não se diferenciavam e a população que sofria (e sofre).

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